Quinta-feira, Novembro 20, 2008


Queridos, farei um pequeno tratamento de saúde - coisa simples, nada demais - porém vou precisar ficar longe da net por mais um dia ou dois. Estou avisando porque espero encontrá-los todos na volta (os que se manifestam e os silenciosos). Beijocas.


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Segunda-feira, Novembro 17, 2008




Achei no Youtube esse vídeo com o Max Delys: o primeiro garoto que me fez suspirar na vida, embora nunca tivesse visto uma imagem dele em movimento até agora. É o rapaz magrinho com cara de anjo e cabelos compridos que aparece logo na abertura dessa produção de 1976: Liberi, Armati e Pericolosi. Um filme de ação que não tem nada a ver com as fotonovelas que ele estrelava e eu lia incessantemente, gastando todo o dinheiro da merenda da escola.
Pena que esse italiano lindo, modelo e aspirante a ator não teve um final feliz. Morreu no início da década de 80 com trinta e poucos anos.
Falando nos ídolos da minha adolescência, será que alguém ai poderia tomar conta do Peter Frampton, só por via das dúvidas?!


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Domingo, Novembro 16, 2008


I was broke but I was kind
And sometimes I get nervous
When I see an open door...


(Human, The Killers)


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Brandon, querido, nem tudo nessa vida são Flowers.



Trocadilho medonho, eu sei, mas foi irresistível.




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Sexta-feira, Novembro 14, 2008


Nunca me dei muito bem com meu pai, a não ser quando era pequena, tempo em que ele me levava prá comer pastel e tomar caldo de cana na feira. Era um homem difícil, rude mesmo e, prá piorar, a filha predileta era minha irmã mais velha, a "miss" da familia.
A verdade é que já estava na adolescência quando descobri que ele tinha sentimentos, vendo-o chorar com uma notícia ruim. Juro que tomei um choque.
Acredito que melhorou no final porque nos conformamos com nossas diferenças e só. Até lá fomos seres de planetas opostos tentando manter contato da forma mais desajeitada possível e isso não era muito divertido.
Nosso último encontro aconteceu no hospital. Já desenganado, ele disse, assim, de repente: Você é a minha filha mais bonita. Foi na frente de todo mundo, mas aposto que só eu o entendi.

O detalhe é que sempre lembro disso ao ler o que o Eduardo Galeano escreveu. Nem sei quem ele é, mas me comove:

"O bebê sorri porque ainda não tem memória; o velho porque já não tem nenhuma. Eis aí a felicidade perfeita. Não a quero."


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Quinta-feira, Novembro 13, 2008


A senhora me passa a revista?
Oi?
A revista...
Ah, sim...
Já acabou de ler, né?
Já...
Foi rápido... leitura dinâmica?
Não. É que eu só olho as figurinhas mesmo.

Irritadíssima.
E nem me privei de açúcar hoje.


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Terça-feira, Novembro 11, 2008


Nunca fui à Índia (como nunca fui a nenhum lugar fora do Brasil), mas no meu histórico pelo menos pode constar que aprendi a fazer lassi, uma bebida à base de iogurte e frutas, muito apreciada por aquelas bandas. Contei com o auxílio luxuoso de R. que adora a culinária oriental e me passou a receita por telefone...
- Aposto como você vai gostar...
- Com esse calorzão, é bem capaz...
- Ô!!!
Depois desse diálogo profundo e cheio de recursos linguísticos, quem não se convenceria?? É tão fácil que até eu consegui fazer e não entra na linha natureba/maluca do tal suco de luz que tantos protestos causou posts abaixo.

Fiz de limão, mas vocês podem usar qualquer outra fruta:

Suco de 1 limão
Meio litro de iogurte natural
Meio litro de água
Açucar (porque não suporto adoçar nada com mel)
8 sementinhas de cardamomo.

É só bater tudo no liquidificador.

O cardamomo a gente acha numa dessa lojas de produtos naturais que hoje tem em cada esquina. Mas como não estou acostumada com o sabor, usei apenas 4 sementes.


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Para quem não lembra, não conhece ou simplesmente acha que vale a pena ver de novo, uma resposta aos comentários do post anterior:




Biquinho!!


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Domingo, Novembro 09, 2008


Certas coisas fazem você parecer maluco. Como o tal conto sobre Dóris e o carnaval que procurei alguns posts abaixo. Ninguém sabe. Ninguém viu. Ninguém leu.
- Você não imaginou, não? Será que foi sonho?
- Imaginei. Imaginei depois que li...
A mesma coisa acontecia com uma propaganda de Natal que eu vivia repetindo a música e ninguém se lembrava. Só lembrava da outra. Mas agora o Youtube me salvou da vergonha pública. E mesmo que tenha se passado tanto tempo, uns 20 anos pelo menos, continuo achando o comercial uma graça e a atriz a cara da Nara Leão:




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Quarta-feira, Novembro 05, 2008


Fui dormir tardão esperando o resultado das eleições norte-americanas. Embora o McCain tenha chamado a responsabilidade da derrota para si, vamos ver quanto tempo vai levar para os Republicanos colocarem a culpa na Sarah Palin.


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Finalmente desfiz as malas da semana passada, sim, porque não contei: peguei estrada com marido de quinta a domingo, no estilo infinita highway, sem motivos, nem objetivos (e infelizmente, sem máquina fotográfica também. Dãhn). Passamos por cidades deliciosas nesse interiorzão baiano de meodeos, com suas igrejas seculares e praças arrumadinhas. Ainda conhecemos um eco resort às margens do rio Traripe, com decoração e arquitetura inspiradas em Bali. Chic no último, mas as caminhadas entre um bangalô e outro definitivamente me impediriam de retornar mais vezes, confesso com toda a preguiça do corpo e da alma.
Voltando a falar das malas, demorei mesmo uma eternidade para colocar as coisas no lugar. Acho que sou uma mulher que precisa de símbolos.


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No mundo ideal, eu ganho na loto e vou viver de brisa. No mundo real, volto a trabalhar amanhã.


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Segunda-feira, Novembro 03, 2008


Escultura de lápis...



Bolsa em formato de cachorro morto...



... ou castiçal cabeça (o detalhe é que quando a vela derrente, a cera vai se transformando em "cabelo").



Qual deles ganha o prêmio Bizarrice do Ano???


Daqui



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Quinta-feira, Outubro 30, 2008


O rapaz da locadora de vídeo me falou de O som do coração, um filme sobre o poder da música, lançado em 2007. A chamada é bonitinha:"Acredito na música como os outros acreditam em contos de fadas", mas os críticos o detonam. É com o Jonathan Rhys Meyers, um atrativo a menos para mim (embora adore Match Point). O Jonathan é um homem bonito, não nego, e talvez seja um bom ator, mas todos os personagens dele parecem antipáticos, mesmo quando precisam da cumplicidade do público. O cara tem jeito de chato até em comercial de perfume. Quem suporta?? Tai o clip da Hugo Boss que não me deixa mentir:



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Entre flores e espinhos, finalmente, encontra-se o caminho. Definitivamente não tenho jeito para essas coisas... mas quem se importa? Já temos você, que nos orgulha. E tem mais: Amamos muito você! Desculpa a demora, mas está aí o layout que me pediu.. talvez não como realmente gostaria, mas já é o começo (ou recomeço). Boa sorte novamente com este blog mãe. Grande abraço do seu filho, Marcel.



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